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Muitas preocupações rondam a cabeça de uma pessoa que está prestes a fazer uma cirurgia. E o porte conclusão da cicatriz, apesar de não seja mais sério do que recuperar a saúde em si, é uma delas. Nessas horas, a constituição do cardápio passa batida, já que muita gente desconhece que uma coisa tem tudo a enxergar com a outra. O crustáceo chegou ao topo em razão de uma crença popular, é verdade, entretanto pesquisadores da Faculdade Federal de Minas Gerais (UFMG) provaram que o posto é merecido. Eles ofereceram a quarenta cobaias um menu equilibrado, com boas porções de proteínas, gorduras e carboidratos. Só que uma quota desses animais saboreou um artigo especial: o camarão.


Depois de um tempo com essa dieta bem inventada, todos eles foram submetidos a um corte de quatro centímetros pela região do tórax, tratado com um curativo. Veja outras informações sobre este tema falado http://www.fox5vegas.com/story/37677689/quitoplan-announces-launch-of-new-complete-package-for-worldwide-distribution .O passo seguinte foi tirar um fragmento da pele costurada de metade das cobaias de cada grupo. No quinto dia após a operação, nos ratos cuja dieta continha camarão, a cicatriz se rompia com a maior facilidade”, percebeu Elizabeth Borges, professora do Departamento de Fisiologia e Biofísica da UFMG e uma das autoras do experimento.


Mas, no 21º dia, quando a cicatrização já estava totalmente concluída, não observamos diferenças entre os 2 grupos”, completa a cientista. Ao conceder continuação a este projeto, Elizabeth constatou que ingerir camarão modifica os níveis de certas proteínas no corpo, levando a um estado inflamatório. De acordo com o cirurgião plástico Bernardo Hochman, professor da Escola Federal de São Paulo, este procedimento é, de fato, o pior inimigo de quem vai enfrentar (ou acabou de desafiar) o bisturi. Depois de um corte, ocorre uma inflamação normal, que aponta para o corpo humano que está na hora de cicatrizar.



Mas a situação complica no momento em que existe um estado inflamatório preestabelecido”, esclarece. Em um quadro de inflamação exacerbada, o grande risco não chega a ser o rompimento do tecido que está formando a cicatriz, como verificado nos animais, entretanto sim de uma supercicatrização. É que, por esse fato, mais células de defesa são recrutadas para ajudar pela recuperação da ferida. Daí existe um superior desafio para a formação de colágeno e vasos sanguíneos no local”, descreve Hochman. Acontece que essa sobrecarga de colágeno não é bem-vinda, por causa de se intensifica o risco de construir queloide, uma cicatriz alta que ultrapassa as barreiras da pele”, completa.


Como o camarão está remoto de ser o único patrocinador de inflamações, a relação de ingredientes contraindicados a quem tem encontro marcado com o bisturi não é pequena. Pra ter ideia, todos os alimentos ricos em gorduras trans, como salgadinhos, sorvetes, biscoitos e congelados, figuram pela relação. Abastecidos de sódio, eles ainda promovem inchaço, mais um fator que atrapalha a cicatrização”, lembra Garcia Júnior.


Com os redutos de gorduras saturadas, como as carnes vermelhas e os embutidos, a história não é diferente (recomenda-se distância), todavia há um detalhe relevante. A carne, por assegurar aminoácidos consideráveis pra fabricação do colágeno - que, em doses adequadas, funciona como uma espécie de cimento para fechar a ferida -, precisa fazer parte da dieta. A saída, desse jeito, é recorrer a cortes mais magros, a exemplo de lagarto, alcatra, coxão mole, filé-mignon e músculo”, indica a nutricionista Paula Castilho, que atua na clínica de Hochman.


Nem ponderar deste tempo! Com o objetivo de deixar a pele preparada pro antes e o depois do procedimento cirúrgico, Paula também recomenda que os peixes apareçam à mesa. Eles são referências de ômega-três, uma gordura de ação anti-inflamatória. Por este quesito, as melhores opções são sardinha, atum e salmão”, elenca. Quem dá força extra no combate à inflamação são as frutas, graças a do assunto de antioxidantes.


Se apostar naquelas com quantidades vários de vitamina C, melhor ainda. Esse nutriente é fundamental pra realização de colágeno”, explica o médico Antonio Carlos Ligocki Campos, professor de cirurgia do aparelho digestivo da Instituição Federal do Paraná (UFPR). No reino das frutas, cabe ressaltar, a exceção é o abacate. Ele tem substâncias que reduzem a ação da colagenase, uma enzima que destrói o colágeno”, justifica Hochman.


Porém é que isto afeta o equilíbrio ideal entre a fabricação e a quebra desta proteína, o que poderá auxiliar de estopim para o surgimento do tal queloide, aquela cicatriz que passou da conta. Ainda entre os alimentos favoráveis à remodelação da pele, não oferece para deixar as fontes de zinco de lado. Sem ele, não há uma sensacional cicatrização”, crava o professor da UFPR.


Hochman concorda e completa: “Está provado cientificamente que pacientes com queloide têm níveis mais baixos nesse nutriente”. Tudo visto que a tal da colagenase só aparece na sua presença. Sorte que é simples encontrá-lo dando sopa por aí. As carnes, os peixes e todos os vegetais folhosos verde-escuros concentram zinco”, indica Paula. Como se vê, pra que a marca cirúrgica seja o mais suave possível, não basta contar com um médico para lá de habilidoso.



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